Banana&Etc |
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Diversão Arte & Etc
O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem. (Lya Luft) |
29.6.03
Serviço de utilidade pública
Héloïse e Abélard
Tua voz, que sempre me sujeitou aos seus encantos, conservava até nos murmúrios sonoridades tão quentes, acentos tão cheios de ternura que eu chorava de satisfação com a cabeça apoiada ao teu peito. (De Héloïse para Abélard - século XII) Música de fundo: O soave fanciulla - Puccini/La Bohème 28.6.03
Eis aqui minha caligrafia Muito pior do que já foi um dia Resultado de só digitar Endureceu o indicador O dedo médio, o polegar Que venham os grafólogos! Os analistas, os psicólogos Tirem-me desse tormento Revelem o meu temperamento Observem as torções O tamanho, as inclinações Façam suas interpretações Tirem suas conclusões Digam até a minha idade Revelem os traços As características Da minha discreta personalidade Nada tenho a esconder O que temer, o que perder Minha letra, minha alma Minha alma, minha palma. Escrito por Helô. 28/06/03 Eu Hein e Kibe Loco que se cuidem! Estou aprendendo.
A partir de foto original publicada no Globo On Line - 27/06/03 26.6.03
Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara Os cães sempre tiveram papel importante na vida e na obra do escritor José Saramago. Em Ensaio Sobre a Cegueira, o "Cão das Lágrimas" está sempre a enxugar as lágrimas de sofrimento da "Mulher do Médico". Em Lanzarote, na casa onde mora com a mulher Pilar, Saramago cuida com carinho dos cães Pepe, Camões e Greta. Mas é "Achado" o meu preferido.
Na minha caixa postal Senior Alphabet A for arthritis B for bad back C is for chest pains. Perhaps cardiac? D is for dental decay and decline E is for eyesight--can't read that top line F is for fissures and fluid retention G is for gas (which I'd rather not mention H high blood pressure (I'd rather have low) I for incision with scars you can show J is for joints, that now fail to flex L for libido--what happened to sex? Wait! I forgot about K! K is for my knees that crack when they're bent (Please forgive me, my Memory ain't worth a cent) N for neurosis, pinched nerves and stiff neck O is for osteo- and all bones that crack P for prescriptions, I have quite a few Give me another pill; I'll be good as new! Q is for queasiness. Fatal or flu? R is for reflux--one meal turns into two S is for sleepless nights, counting my fears T for tinnitus--I hear bells in my ears U is for urinary: difficulties with flow V is for vertigo, that's "dizzy", you know W is worry, now what's going 'round? X is for X ray--and what might be found Y for another year I've left behind Z is for zest that I still have my mind Have survived all the symptoms my body's deployed, and kept twenty-six doctors gainfully employed! ***** Un conocido lord inglés reunía a sus amistades a tomar el té a la hora señalada todos los martes de cada semana en su palacio de Bloodshire.
24.6.03
Custódio Nome: José Custódio Rosa Filho Data de Fabricação: outubro de 1967, em São Paulo Modelo: compacto, pequena capacidade de memória e baixa velocidade de processamento, mas consome pouca energia e cabe em qualquer canto da casa. Sistema Operacional: bastante amigável e compatível com todos, excetuando-se talvez o Maguila e o Roberto Campos. Disco Rígido: cartunista autodidata, desde 1988 colabora em diversas publicações sindicais e empresariais. Teve desenhos publicados na Veja, Pasquim, Diário do Comércio (SP) entre outros. Participou de salões de humor no Brasil e no Exterior (primeiro prêmio em Volta Redonda, em 1988). Modem: edita a página Programa de Índio na Internet. Periféricos: Vice Campeão Juvenil do "Torneio Início da Segunda Divisão da Federação Paulista de Futebol de Salão", em 1985, dublê de saxofonista e meia-esquerda esforçado. Up grade: acha que a Internet é a droga ideal: leve, barata e vem por telefone. (Extraído do Manual do Sexo Virtual - Ed Nova Alexandria) Da série Rato de Sebo Ubaldo
Drummond
Coelho
Filosofando
22.6.03
O Máximo! Minha gente, assim dizia um desatinado ex-presidente, está no mínimo imperdível o Pedro Doria do dia 17 de junho.
***** Agora leiam algumas pérolas que encontrei por lá, comentários que copiei talequal foram escritos. Não trouxe todos, senão perde a graça. Hoje é Domingo, pé de cachimbo, passa lá que é diversão garantida. - falta ele esclarecer qual a funcao dos pêlos das axilas. enquanto isso, continuo precisando da gilette - ... e também o que os ratos pelados fazem com o tempo extra que ganharam - Imagino que os gatos vivem cheios de tesão. - Acho mais plausível a explicação de que os pelos aqueciam demais o corpo para o deslocamento. Como temos postura ereta, continuamos com a cabeleira que é necessária (para proteger do sol). - é por isso que os leões são os reis do mundo animal? Pq os pêlos nas axilas? Pq os pelos da sobrancelha? Pq o Toni Ramos não é um sex symbol? Hehehe - em primeiro lugar, meu amigo ----, cabeleira nao é todo mundo que tem. eu particularmente tenho cada vez menos. e a dermatologista diz que vao continuar a cair e vao crescer nas costas e no ouvido(?) depois, uma constatação triste, cara ----, o tal do toni ramos é de fato um sex symbol, ou você acha que ele tá fazendo oque no horário nobre da grobis? abs do escovão - Realmente estou perplexo com esta informação, de acordo, a História mostra e prova que os pêlos acabarão em breve, as crianças nascem com olhos abertos, e na adolescencia o pelo está cada vez mais escasso, isso é questão de evolução. - A redução dos pelos se deu pela migração dos seres humanos do norte para o sul e do oriente para o ocidente. A necessidade de pelos para aquecimento do corpo foi diminuindo a medida que o homem foi colonizando o sul e o ocidente. Aqueles que tinham muitos pelos perderam na conquista do ocidente e do sul. Dai vc me perguntam " Mas esquimó não tem pelo?" Sim, não tem pelo, pois são exemplos de retorno evolutivo. Ou seja, o sentido da evolução migratória da espécie humana é Norte/oriente para sul/ocidente. Os esquimós são o retorno. Assim como as baleias e os golfinhos são o retorno a água dos animais...Ficou confuso? Acho que não. - Pêlo é bom, dá renda pras depiladoras. Temos de valorizar o setor terciário da economia. - Por Deus! Sexo sempre dá Ibope, não?!!! - Rapaz... Ibope é pouco. (Pedro Doria) 20.6.03
Incolores Idéias Verdes... Estou aqui tentando rabiscar uma crônica decente para a Nave desta quinzena. Poderia até ser indecente, desde que fosse boa, inteligente, ferina ou felina. Mas tá duro sair coisa que preste. Já revirei livros tentando plagiar alguma coisa fazendo com que parecesse um intertexto, um subtexto, um pretexto, sei lá! Já li trechos bíblicos numa inútil busca de alguma luz, já folheei clássicos, novelas, contos, até a revista Amiga, a Divina Comédia, e o velho Almanaque Capivarol que mantenho para emergências, mas... nada!
Outro dia, uma repórter me ligou para saber o que eu andava lendo. Almanaque Capivarol, respondi. Ela pediu para soletrar!
Para viver cem anos
19.6.03
Torturante beleza Excelente a coluna da Cora Rónai, no Globo de hoje. Como é que uma mulher comum, que trabalha, cria filho e se estressa com as contas no fim do mês, pode ficar contente consigo mesma se o modelo que a mídia lhe aponta como mulher bonita é um mix de acasos genéticos, cirurgia plástica, estilos de vida especialíssimos, truques de luz e de produção e, last but not least , efeitos de computador? Transcrevo aqui o comentário que deixei no InternETC. A aparência física tem sido, cada vez mais, moeda de troca no mercado da valorização social. A beleza física, muitas vezes fabricada pelos especialistas em photoshop, é exaltada e reforçada diariamente pelos principais meios de comunicação. Estar bem, hoje em dia, significa ser magro e aparentar menos idade que a verdadeira, levando inúmeras pessoas às salas de cirurgia, em busca da aparência perfeita (?). Ou até mesmo a práticas torturantes, como o caso das chinesas. O fim justifica todos os meios. Distorção dos valores - dinheiro, juventude, beleza, em detrimento de justiça, amor e liberdade. Busca inútil da felicidade. Existe um ótimo livro sobre o assunto - A Euforia Perpétua - do escritor e filósofo francês Pascal Bruckner, lançado ano passado no Brasil. 17.6.03
Banana: preferência nacional
picture quest Sexta-feira é dia do caderno "Fim de Semana", da Gazeta Mercantil. Eu sempre pego lá na empresa e trago para casa, já que pouca gente se interessa. Na última sexta, dia 13, pra variar, a Gazeta não chegou. Entregaram hoje, quando pude constatar que bananas estão mesmo na moda. O mais interessante é que uma das autoras é também minha xará. Com vocês, a reportagem (atrasada) do dia:
16.6.03
15.6.03
Como fundar a ética hoje? Leornardo Boff (Folha de São Paulo de hoje) A ternura é o cuidado com o outro, o gesto amoroso que protege. O vigor é a contenção sem a dominação, a direção sem a intolerância. Ternura e vigor, ou também "animus" e "anima", constroem uma personalidade integrada, capaz de manter unidas as contradições e se enriquecer com elas. Aqui se funda uma ética, capaz de incluir a todos na família humana. Essa ética se estrutura ao redor dos valores fundamentais ligados à vida, ao seu cuidado, ao trabalho, às relações cooperativas e à cultura da não-violência e da paz. Lá na Tati tem mais. Prévert Cá estou eu, mais uma vez, nesse meu computador. De vez em quando fico a remexer em seus arquivos - baú dos meus guardados - que se avolumam ano a ano, em bytes e afetos. Foi aí que achei Jacques Prévert, um dos meus poetas favoritos. Prévert foi letrista de canções interpretadas por Juliette Gréco e Yves Montand, roteirista de filmes dirigidos por Jean Renoir e Marcel Carné, mas é como poeta que ele se destaca. "A obra prevertiana nasce da necessidade de se ir até o Outro e de criar uma realidade mais maravilhosa que surja das coisas ao mesmo tempo simples e secretas do cotidiano. Não é freqüente ver coabitar num mesmo indivíduo um poeta, um homem de cinema, um dramaturgo e um "parolier" de canções em voga. Prévert, aquele que transforma em poesia tudo aquilo em que ele toca." (Eclair Antonio Almeida Filho - Mestre em Língua e Literatura Francesa - UFRJ e Doutorando em Literatura Francesa - USP). Poemas, de Jacques Prévert Seleção e Tradução de Silviano Santiago Edição Bilíngue Editora Nova Fronteira Para a Ruth, que teve uma semana de cão!
13.6.03
12.6.03
Carta dum Contratado Eu queria escrever-te uma carta amor, uma carta que dissesse deste anseio de te ver deste receio de te perder deste mais bem querer que sinto deste mal indefinido que me persegue desta saudade a que vivo todo entregue... Eu queria escrever-te uma carta amor, uma carta de confidências íntimas, uma carta de lembranças de ti, de ti dos teus lábios vermelhos como tacula dos teus cabelos negros como dilôa dos teus olhos doces como maboque do teu andar de onça e dos teus carinhos que maiores não encontrei por aí... Eu queria escrever-te uma carta amor, que recordasse nossos tempos na capopa nossas noites perdidas no capim que recordasse a sombra que nos caía dos jambos o luar que se coava das palmeiras sem fim que recordasse a loucura da nossa paixão e a amargura da nossa separação... Eu queria escrever-te uma carta amor, que a não lesses sem suspirar que a escondesses de papai Bombo que a sonegasses a mamãe Kieza que a relesses sem a frieza do esquecimento uma carta que em todo o Kilombo outra a ela não tivesse merecimento... Eu queria escrever-te uma carta amor, uma carta que ta levasse o vento que passa uma carta que os cajús e cafeeiros que as hienas e palancas que os jacarés e bagres pudessem entender para que o vento a perdesse no caminho os bichos e plantas compadecidos de nosso pungente sofrer de canto em canto de lamento em lamento de farfalhar em farfalhar te levassem puras e quentes as palavras ardentes as palavras magoadas da minha carta que eu queria escrever-te amor.... Eu queria escrever-te uma carta... Mas ah meu amor, eu não sei compreender por que é, por que é, por que é, meu bem que tu não sabes ler e eu - Oh! Desespero! - não sei escrever também. António Jacinto (1924-1991) 11.6.03
10.6.03
Na minha caixa postal Angela (a Outra), a inspiração do post veio do seu blog. A TPM EM 4 FASES Segundo a visão masculina Fase 1 - A Meiguinha Tudo começa quando a mulher fica meio dengosa, grudentinha. Bom sinal? Talvez, se não fosse mais do que o normal. Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa a chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil deste comportamento aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo. Fase 2 - A Sensível Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Este estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados, como o meu pai. "Você acha que eu estou gorda?" Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo "estou", ao invés da combinação "estou ficando", torna o efeito da pergunta muito mais explosivo do que possamos imaginar. E esta pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Esta pergunta é a linha divisória entre esta fase sensível da mulher para uma fase mais irascível. Fase 3 - A Explosiva Meus amigos, esta é a fase mais perigosa da TPM. Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios neste período. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exageros à parte, realmente esta é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela ou você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal, sem legendas. Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: "Tá tudo bem?" A resposta é um simples e seco "tá" sem olhar na sua cara. Não satisfeito, você emenda um "tem certeza?", que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso - "teenhoo...". Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos tudo quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que... - Merda, viu!? - ela grita de repente. - Que foi? A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta. Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. Veja bem o que se segue: "- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu tô aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo! Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem! Você também não quis ir comigo ao shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve este seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer uma droga de um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás, vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!" Desnorteado, você pede penico e vai embora. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida. Fase 4 - A Cólica No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela. Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado. "O que aconteceu?", você se pergunta. "Tudo bem", você pensa. "Acho que ela se livrou do encosto". Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz. Pelo menos até daqui a 20 dias... " BlogChalking Para quem não sabe, blogchalk é aquele bonequinho que a turma põe lá num canto do blog pra dizer, principalmente, se é homem ou mulher. Quem não é nenhum dos dois não põe nada. E antes que algum engraçadinho diga que o meu está sem o bonequinho, já vou avisando que sua ausência é devida a uma certa inexperiência, ou incompetência, sei lá. O homem é representado por uma carinha de maluco com a boca grande e o cabelo em pé, a mulher aparece com meia maria-chiquinha. Mas vamos ao meu detalhado milkshake, digo, blogchalk: Nome: Heloisa Apelidos: Helô, Lô, Heló, Ló, Lolô, Loló, Heloca, Dona Helô, Heloise Marie, etc & etc Sexo: Mulher, com certeza!!! Idade: 8 a 80, dependendo do dia e do humor Altura: passo em qualquer porta, inclusive de casa de cachorro Peso: não importa, o que importa é a consciência: leve, leve... Tão achando que eu sou besta? Cidade: Juiz de Fora, a Manchester Mineira ou Princesa de Minas Fala: Português e Mineirês Tempo conectada: mais do que devia, menos do que gostaria Tipo de conexão: via-rádio, 800 MHz, conforme ilustração ![]() 8.6.03
Vida de blogueiro Que felicidade! Consegui fazer o blog. Madrugada de sábado, vista ardendo, coluna doendo, mas precisava botar no ar a minha cria. Tinha de ser já, não podia mais adiar. Pronto! Quase tudo funcionou, menos o link para o BlogFAQ do Edney, que teima em substituir as aspas por outro caractere. Apago a dica para blogueiros iniciantes e nos últimos ajustes recebo o primeiro comentário da amiga querida, emoção parecida como a do primeiro soutien. Respondo rapidamente. Blog no ar, um minuto depois entram 4 mensagens na minha caixa postal - spam, spam, spam e spam. As conexões é que precisavam desta velocidade. Sigo em frente, fecho o blog e abro novamente, sumiram os comentários! Fecho, abro, fecho, não abre mais. Droga! Fecho tudo, abro novamente e os comentários continuam desaparecidos. Não dá mais, vou dormir, perdi o meu primeiro comentário. Frustração, decepção. Manhã de domingo, ligo o computador e? Tchan tchan tchan tchan! Como num passe de mágica lá estavam eles, agora enriquecidos pelas palavras da guria do Postal, moça sensível que tem sempre belos escritos. Alívio, mas até quando? Yes! Nós temos banana. Considerações iniciais. Embora isto aqui não seja festa de entrega do Oscar, deixo o meu agradecimento especial a Angela Scott Bueno e ao Matusca, grandes amigos e maiores incentivadores. A idéia do nome - Banana&Etc - surgiu meses atrás, em um comentário no blog da Cora, numa acalorada discussão sobre a guerra do Iraque e o antiamericanismo. O tempo disponível no computador é pouco, mas a vontade de fazer o blog foi muito maior. Enfim, às bananas! O etc vem depois...
Yes! Nós temos bananas Bananas pra dar e vender Banana menina tem vitamina Banana engorda E faz crescer Vai para a França o café Pois é! Para o Japão o algodão Pois não! Pro mundo inteiro Homem ou mulher Bananas para quem quiser Mate para o Paraguai Não vai Ouro do bolso da gente Não sai Somos da crise Se ela vier Bananas para quem quiser Autores: Braguinha e Alberto Ribeiro Aqui tem banana e muito mais... HOMENAGENS A Angela, uma das pessoas mais gentis e elegantes que eu já conheci. CHÁ DE JASMIM, O CHÁ IMPERIAL.
Ingredientes: Uma colher de chá das folhas, para cada xícara de água fervente. Nota: As folhas deste honorável chá de jasmim são prensadas junto com pequenas flores do jasmim estrelado e guardadas durante anos, antes de serem usadas. Este chá é famoso em todo o Extremo-Oriente e antigamente, na China Imperial, era usado somente pelos nobres da Corte. Preparo: Encha um bule em forma de pássaro com água de orvalho, ou das tuas lágrimas. Ponha-o em fogo brando até que a água comece a sorrir. Escute o suave ruído crescer até se tornar uma gargalhada de onda revolta. Retire e despeje numa taça de porcelana, macia como os fios do bicho-da-seda, onde já repousam as folhas do chá de jasmim, colhido por virgens nas colheitas do terceiro mês da Lua Brilhante. Mexa com uma colher de porcelana vermelha pintada de dragões. Depois, cubra a taça com um pedacinho de seda azul - cor do céu depois das chuvas. Sentirás um aroma doce como o Jardim das Flores que não murcham nunca. Leve a taça aos lábios e beba devagar sete pequenos goles. Teu corpo ficará leve como a primeira névoa da manhã e então, somente então, sentirás a felicidade suprema... (Chiang Sing - Receitas Tradicionais da Cozinha Chinesa) Ao Matusca Os antigos egípcios acreditavam que a preservação do corpo garantia a passagem à vida após a morte. Se o corpo não fosse preservado, a alma não o reconheceria e os dois não poderiam se reencontrar no mundo do além. Lá no além existe uma querida múmia com ataduras vencidas. Aqui estão suas novas ataduras, Matu, embebidas em Acqua Di Gió, essência guardada há anos em vaso de alabastro.
7.6.03
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